CONFRARIA ALEMDOVINHO – OS ROSES – PARTE I -A PROVENCE E SEUS ROSES – MAGNÍFICO CHÂTEAU LAFOUX de alemdovinho em Além do Vinho

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de alemdovinho publicado em Além do Vinho

Encontro vínico realizado na Via Vino, Rua Dinarte Ribeiro, 131, Porto Alegre/RS, http://www.viavino.com.br e desde já agradeço atenção do André e da Carol pela ajuda necessária.

A loja está muito bonita, bons preços e variedade de vinhos, vale a visita.

Bem, mas o tema da degustação era apresentar os vinhos roses para quem não tinha nenhuma ou pouca intimidade com eles. Ou, até mesmo, para afastar alguns preconceitos bobos em relação aos roses.

O primeiro vinho da noite, este da foto, o Château Lafoux, safra 2010.

Mas antes de falar do vinho, um toque sobre a Procenve

A região é Provence, terra e berço dos melhores roses do mundo. Provence, desde sempre foi porta de entrada para os produtos vindos do oriente através do Medeiterrâneo. Daí subiam o rio Rhone e chegavam, via Lyon e Dijon no centro da Europa. Em suas cidades está nota-se a presença dos Romanos por toda a parte o que já nos indica que seus vinhedos são antigos, eis que falar de Romanos é falar da vinha, pois responsáveis por espalhá-las pela Europa.

Além disto, tem muitos anos que a Provence especializou-se na produção de roses. E assim pensando em roses desde a videira. As videiras e as uvas são cuidadas para produzirem o que temos de melhor em se falando desde estilo de vinho.

Utilizam a técnica da maceração carbônica, onde as uvas são colocadas umas em cima das outras para que o peso delas inicie o processo de esmagamento e fermentação. Não se utilizando de prensas e sim do delicado amassamento. Conservam-se, assim, os aromas e sabores das uvas.

As uvas utilizadas são as clássicas do Mediterrâneo, a Cisault, Grenache e a Mouvèdre.

Bem, mas e o Château Lafoux?

O produtor está localizado em Provence Verne, no Massif de la Saint Baurme. Muito perto de Toulon e da conhecida Saint Tropez.

Uma a vila Romana, olha elas aí de novo, deram origem a sede do produtor. Os vinhedos estão situados a 320 metros de altura e recebem, assim, o frescor noturno no final da maturação. Noites frias no verão garantem uns 15 dias a mais na maturação das uvas fixando melhor os aromas e as condições de uma uva mais perfeita para a vinificação.

As uvas utilizadas foram a Grenache e a Cinsault. A cor clássica de casca de cebola, um alaranjado típico. No nariz sutis (aí que me apaixono pelos roses de Provence) de frutas vermelhas, lembrando muito cereja. Na boca uma força que não se espera pelo visual do vinho. Sua cor alaranjada nos remete a um vinho sem força. Mas que agradável engano. Na boca demonstra corpo médio e acidez firme e refrescante. De final de gole prolongado.

Ideal para ser bebido sozinho, com uma boa leitura ou com amigos, como fizemos neste último encontro da Confraria.

Pode ser parceiro de pratos a base de peixes, frutos do mar e carne branca com molhos bem leves.

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  • Vinhos de Provence

Artigo original: CONFRARIA ALEMDOVINHO – OS ROSES – PARTE I -A PROVENCE E SEUS ROSES – MAGNÍFICO CHÂTEAU LAFOUX de alemdovinho publicado [dia December 17, 2011 at 01:42PM] em .

Republicado por Eno Gastronomo

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