Coquetéis com VINHOS e ESPUMANTES de Maria Ripardo em VINHOS by Maria Ripardo

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de Maria Ripardo publicado em VINHOS by Maria Ripardo


O clima em nosso país,este lindo Brazil,é quente, e o preparo de drinks é uma excelente pedida para refrescar as ideias!

Para os apaixonados por vinhos e para aqueles que não tem preconceitos com outras bebidas,aqui vai umas dicas de Drinks e Cocktails preparados com vinhos ou espumantes.





O nome coquetel engloba uma enorme variedade de bebidas, geralmente delicadas alquimias em que entram dois ou mais tipos de bebidas, sucos, frutas e geralmente gelo.

A Mixologia nada mais é que a “Arte de fazer Drinks e coquetéis”, o que requer bastante criatividade.

Porém com estas deliciosas receitas na mão basta a vontade de bebe-los  e saciar nossa sede.


Drinks com VINHOS


Kir Royal


Sofisticado, leve e refrescante, o Kir Royal foi inventado há mais de um século em Dijon, na França, como uma tentativa de valorizar produtos locais. Félix Kir, o inventor, jamais poderia imaginar que até os dias de hoje seu drink seria símbolo de glamour e bom gosto

A invenção do drink data do início do século XX, na cidade de Dijon, França. Durante a colheita das uvas, os produtores descobriram que a safra havia sido péssima e que os vinhos resultariam em qualidade muito inferior. O então prefeito de Dijon, Felix Kir, decidiu então combinar aquela safra a um crème de cassis, valorizando o produto da região e criando, assim, um novíssimo aperitivo.

Pouco tempo depois para deixar o drink mais leve e refrescante, o vinho foi substituído por champagne, o crème por um licor e uma cereja passou a completar a mistura.

Com os pequenos toques, a bebida ganhou em refinamento e leveza e foi batizada “Kir Royal”.
 Na falta deste, um espumante brasileiro de qualidade cai muito bem.


Kir



Kir é uma bebida aperitiva preparada colocando uma medida medida de licor de cassis numa taça, completada depois com vinho branco, originalmente um borgonha branco elaborado com a uva Aligoté. Mais tarde, o Aligoté foi substituído pelo Chardonnay e pelo Chablis.

Existem diversas variações, como o Kir Royal, servido com champagne ao invés de vinho branco, ou o Kir Pêche, servido com licor de amora ou pêssego ao invés de licor de cassis. O Kir Imperial, por sua vez, é feito com acréscimo de champagne e substituição do cassis por framboesa. Há ainda o “double K”, com vodka e cassis, criado por Félix em Moscou, em homenagem a Nikita Khrushchov.

Deve seu nome ao político francês Félix Kir, cônego, herói da Resistência Francesa e prefeito de Dijon por 23 anos consecutivos. A bebida teria sido criada por um garçon de nome Faivre, no Café Georges da cidade borgonhesa em 1904, mas se tornou célebre a partir de 1945 por iniciativa de Félix Kir, que exigiu que o Cassis usado fosse o legítimo “Lejay Lagoute”.

O Kir Royal tem importante presença na comédia cinematográfica Núpcias de Escândalo estrelado por Cary Grant, James Stewart e Katherine Hepburn


Green Kir






Drink do Hotel Sofitel.São Paulo ,GREEN KIR

150 ml de vinho branco Muscadet
30 ml de licor de maçã verde
Decorar com fatia de maçã verde
Servir em copo de vinho branco.


French 75

O French 75 é outra relíquia da França dos tempos da Primeira Guerra. Consta que seu nome homenageia uma peça de artilharia que fez muitos estragos nas tropas do Kaiser. Sua receita parece mais ser uma colaboração entre os aliados ou uma homenagem aos seus combatentes, tendo por base o gim, inglês, e o champanhe, francês. Numa taça flute, coloque uma dose de gim, meia dose de suco de limão, uma gota de grenadine e complete com champanhe. Para o bebedor experiente, não parece tão ameaçador. Mas não custa tomar cuidado.


Bellini

 

Outro clássico é o Bellini, um coquetel criado por Giuseppe Cipriani, do Harry’s Bar de Veneza. Assim como o Kir Royal, é um drink básico e simples, que depende, contudo, da qualidade dos ingredientes: suco fresco de pêssego bem maduro numa taça flute com espumante bem gelado por cima.


Dizem que o velho Cipriani torcia o nariz para o uso de champanhe. Preferia um espumante mais fresco e simples. Você deve saber que um bom espumante Brasileiro dá conta do recado com louvor. 


Rossini




Uma variante do Bellini. É o Rossini.No lugar do suco de pêssego, suco de morango e prosecco, nas mesmas proporções de antes.
O nome é em homenagem ao compositor de óperas do século XVIII, Gioachino Rossini.

Tiziano

 

Em uma taça de espumante ,coloque 2 partes de suco de uva integral gelado e uma parte de espumante brut ou demi sec.

Falso Negroni

E falando em drink de origens italianas, que tal um Falso Negroni?No falso, basta substituir o gim pelo espumante brut. Num copo old fashioned cheio de gelo, use 3 cl de de vermute tinto, 3cl de Campari e 3 cl de espumante. Misture delicadamente e decore com uma tira de casca de limão ou laranja. 

Ritz

O Ritz. Misture num shaker cheio de gelo 2 cl de suco de laranja, 2 cl de um bom conhaque e 2 cl de Cointreau. Coe tudo numa taça  e complete com espumante.


Para ficar chique como no famoso hotel de Paris, decore com meia uva itália e uma meia lua de rodela de laranja na borda. Tem um toque cítrico e refrescante. Por não levar açúcar na receita, o doce do suco e do Cointreau se equilibram muito bem com a acidez do espumante e com o corpo do conhaque. Um drink fino. 


Mimosa


 

O Mimosa tem uma origem controversa: uns dizem tratar-se de uma versão do Buck’s Fizz, criado em Londres no Buck Club em 1921 numa versão com grenadine. Mas no final das contas só se tornou famoso quando teve o grenadine suprimido em 1925 no bar do Hotel Ritz em Paris, um dos mais tradicionais berços da coquetelaria mundial.

O nome Mimosa faz referência à cor das flores de uma planta de mesmo nome (Acácia Mimosa), originada na Austrália, já que suas pétalas são amarelas e com aspecto espumoso.

É um coquetel leve e por isso é tradicionalmente servido em brunchs e casamentos durante o dia. Ou seja, perfeito pra servir naquelas reuniõezinhas com os amigos agora nos dias de calor. 

Faça uma jarra de suco de laranja bem coado. Apesar da receita original ser com champagne, pode usar um espumante brut bem geladado. Separe uma garrafa. Sirva em taças de champagnhe metade do suco, metade do espumante e voilà!!! A não esquece de decorar com uma fatia de laranja.

Dica: Vale enfeitar com um morango dentro do drink. Ah, se você acrescentar uma meia colher de chá de groselha, o drink de Mimosa passa a ser um Buck’s Fizz, bebida de origem inglesa que também é servida em brunch.



Buck´s Fizz



Buck’s Fizz .Eis um clássico encontrado em brunches nos salões de hotéis internacionais. O experiente degustador de vinhos, fundador do setor de leilões de vinhos da Christie’s de Londres e colunista da revista britânicaDecanter, Michael Broadbent já se declarou fã de Buck’s Fizz, não dispensando uma taça no café da manhã sempre que possível. 


O nome e origem do coquetel tem algumas controvérsias. Alguns afirmam ser o Buck’s Fizz o drinque que deu origem à Mimosa, que levaria apenas suco de laranja e champanhe. Outros, como autor Gary Regan, afirmam ser o mesmo coquetel, podendo aceitar sob ambos os nomes variações que admitem adição de um terceiro ingrediente como triple sec ou cherry brandy, e ainda um lance de grenadine.

A International Bartender Association (IBA) oficializou o nome Buck¿s Fizz Mimosa, o que poderia encerrar a polêmica, mas na sua receita entram apenas o suco de laranja e o champanhe.

Prince of Wales 

A coisa mais interessante no Prince of Wales é a combinação perfeita de amargo, doce e azedo. Num copo grande de coquetel, misture uma colherinha de açúcar e umas 3 gotas de angostura. Acrescente 2,5 cl de conhaque e 1 cl de Bénédictine.


Cubra a mistura com gelo picado e decore com um ou dois pedaços de laranja e uma cereja em conserva. Complete com espumante. Quanto melhor a qualidade dos ingredientes, mais feliz você ficará com o resultado. Espumante de preferencia nacional hem???

Champanhe Julep 

Um dos drinks clássicos mais refrescantes e revigorantes, indicado até para certos casos de ressaca, é o Mint Julep. Experimente no final desta maratona, portanto, uma versão Champanhe Julep. Os Julep são originários do sul dos EUA. Citados desde o século XVIII na Virgínia, têm uma etimologia duvidosa.


Podem remeterem ao árabe julap ou ao persa gulap. Ambos os idiomas se refeririam a um tipo de água aromatizada, uma água de rosas! Até faz sentido, pois o julep é basicamente um líquido aromatizado com alguma menta. Como a palavra fez este trajeto naquela época,não dá para saber…


Talvez tenha sido levada pelos escravos arabizados do Mali.

Num copo alto. coloque 4 cl de brandy, uma colherinha de açúcar, folhas de hortelã frescas e esmague com um pilão como se fosse fazer uma caipirinha. Coloque gelo picado até a metade do copo. Complete com champanhe, misture com cuidado para não desperdiçar o gás carbônico e decore com folhas de hortelã.

Black Velvet

Um espetáculo de coquetel.Uma boa cerveja stout e champagne. É o Black Velvet.


Num copo longo despeje cuidadosamente para não fazer muita espuma, 150 ml de Guinnes e 150 ml de um bom champagne.Ambos os líquidos devem estar perfeitamente gelados. 

Porto Tônica

Porto Tônica. Aqui na sua versão branca. Num copo longo, coloque o gelo, uma dose de vinho do Porto branco seco e complete com água tônica. Decore com folhas de hortelã frescas.

Spritz

“Adeus, cerveja, é tempo de spritz”, anunciou o Corriere della Sera, maior jornal italiano, na edição de 22 de agosto do ano passado, no auge do verão do hemisfério norte. Pouco mais de um mês depois, era a vez do The New York Times celebrar o reinado do drinque criado na região de Veneza – à base de vinho, água com gás e bitter – nos bares mais descolados de Manhattan e do Brooklyn. Aqui, é pouco provável que o coquetel europeu desbanque a caipirinha no verão das massas, mas nada impede que você faça a substituição na sua casa de praia. Muito pelo contrário.

“Uma vantagem do spritz é que é muito fácil de fazer”.“Você não tem que cortar e espremer limões, é só encher o copo de gelo e misturar prosecco, club soda e Aperol.” Ape… o quê?


É um aperitivo amargo de laranja (diga “áperol”), com apenas 11% de álcool, que até pouco tempo atrás era feito por uma empresa familiar italiana e não chegava ao Brasil. Hoje, comprada pela Campari, a bebida alaranjada é mais fácil de encontrar, mas, se não achar, pode usar o Campari vermelho.

Aliás, essa é a segunda vantagem do spritz: a receita é bastante flexível. Você pode usar soda limonada no lugar do club soda, vinho branco no lugar do prosecco… Ah, sim, tem a terceira vantagem: o spritz é tão refrescante que chega a ser perigoso. Cuidado, ele pode te derrubar.

 


Aperol Spritz


Ingredientes: 1 dose de Aperol, 1 dose de prosecco ou outro espumante, club soda ou água com gás, gelo, 1 rodela de laranja.
Preparo: ponha várias pedras de gelo num copo baixo, misture o Aperol e o prosecco e complete com soda. Decore com a laranja.



Spritz Bianco Sporco

O Spritz na sua versão italiano transformou-se no Bianco Sporco. Com muitas versões conforme a cidade, é um long drink refrescante e levemente amargo. Uma das versões possíveis seria uma um quarto de dose de Campari ou Aperol e uma dose de vinho branco seco num copo longo cheio de gelo picado. 


Um cocktail muito leve e refrescante perfeito para o calorão europeu!A origem exata deste cocktail não é certa, mas sabe-se que ele vem da região do Veneto, onde se popularizou primeiramente. Além do mais, um de seus ingredientes, o prosecco, tem grande produção nesta região da Itália.

Outro ingrediente do Spritz é o Aperol ou Campari que dão a coloração alaranjada característica do cocktail! Mas a melhor versão é com Aperol que se encontra também no Brasil!Em um copo largo de vinho, coloque alguns cubos de gelo.


A proporção de bebidas é de 40% Aperol, 40% Prosecco e 20% água tônica ou soda. Decore com uma fatia de laranja. Feito!Complete com club soda.


Spritz Framboise 

Outra variação do tema é ,Spritz Framboise, num copo flute cheio de espumante seco ou de prosecco, coloque framboesas e deite uma pequena dose de Campari ou Vermute tinto. Esta pronto.

Sangria

Sangria é uma bebida com base na mistura de vinho tinto, fruta picada, suco de fruta, açúcar e um pouco de runo ou conhaque.


Os ingredientes da sangria variam muito de região para região, especialmente quanto as frutas, licores, canela e agua com gás para amenizá-la. As vezes é feito com vinho branco ao invés de tinto, o qual é chamado sangría blanca. Em algumas partes do sul da Espanha, a sangria é chamada de zurra e é feita com pêssego ou até mesmo com Cava.

Tinto de verano




O tinto de verano é um drinque típico espanhol, feito basicamente com vinho tinto e refrigerante. Indicado especialmente para ser tomados com sobremesas no meses calorosos. 


A história do tinto de verão se volta a época do sifão, onde nas províncias de Huelva e Cádiz, junto ao Atlântico tinham o costume de tomar vino tinto misturado com refrigerante, diminuindo o efeito do álcool e dando um um sabor refrescante especial.
Nornalmente é feito com soda, mas, foi na província de Huelva que introduziram pedaço de limão, que logo evoluiu com a substituição da soda por limão, dando um sabor ainda mais refrescante e tentador nos días de calor em Andalucía.

Calimocho

Kalimotxo

Calimocho ou Kalimotxo, é um coquetel espanhol muito popular. É servido em muitos bares, e é a bebida que os jovens preparam durante o botellon. O calimocho é originário da região basca da Espanha, mas se espalhou por todo o país e também para muitas outras partes do mundo.
Todos os encontros, confraternizações, conversas terminam em um barzinho tomando um refrescante calimocho (vinho com refrigerante)

Coca-Cola é a autêntica bebida à base de cola usada para preparar calimocho.

Canarinho

Coloque os pêssegos no liquidificador e adicione só um pouquinho de champagne/espumante para ajudar a bater as frutas, até que se transformem em um líquido espesso

Depois adicione o licor Cointreau.

Despeje a mistura em nas taças, até a metade. Preencha a outra metade com champagne ou espumante bem gelado.

Sirva em copo de coquetel ou em taça alta de champagne, o flute. Dizem que uma folinha de hortelã pra enfeitar combina bem!

Mosquinta

O Drink Mosquinta. Feito à base de vinho moscatel português ou brasileiro,com folhas de hortelã, toques de limão siciliano e tahiti, água tônica e gelo, ele é refrescante na medida certa. 



Lillet

 

Algumas bebidas têm identidade tão marcante que viram sinônimo de um gênero. Ou são únicas. Como Lillet, uma bebida licorosa feita na França que tem na base 85% de vinho e 15% de suco de frutas.

Diz que a composição leva laranjas doces do Sul da Espanha, laranjas amargas de Haiti, laranjas verdes de Marrocos ou da Tunísia, quinquina do Peru. Depois de pronto, adormece em carvalho antes de ir para a garrafa.

É fabricado na Lillet Frères, fundada em 1872, nas versões branca e tinto. Foi criado originalmente como um fortificante à base de quinquina, com vinhos de Bordeaux. Na década de 1950 ganhou notoriedade por ser a bebida preferida da duquesa de Windsor.

Deve ser servido gelado, entre 6 e 8 graus, com ou sem gelo. Mas cabe bem em receitinhas. O Lillet Mojito usa folhas de hortelã maceradas no açúcar e limão, guarnecidos com gelo e cobertos com o Lillet Blanc.

Já o Lillet Manjericão mistura uma dose de Lillet Blanc, meia de gim, uma dose de suco de laranja, folhas de manjericão. Bata tudo na coqueteleira com gelo, lance no copo alto e acrescente club soda ou tônica. Enfeite com pedaços de pepino, folhas de manjericão e um pau de canela.

The Brazilian
By Maria Ripardo


 

Advinhem…Como bartender também fiz minhas criações e este é um deles.
The Brazilian .Licor de menta ,suco de manga ,complete com um bom espumante brasileiro demi-sec.
Caso prefira pode ser servido numa taça Flute.
Decore com um triângulo de manga ou uma estrela de carambola . Pronto, é só degustar.


Sour Champagne

 


Coloque os ingredientes em uma taça e adicione o champagne. Uma dica é misturar, separadamente, mais açúcar na fruta que desejar que fique na parte de baixo da taça e mais champagne ou espumante brasileiro na que desejar que fique na parte de cima
2 colher(es) de sopa de suco de limão
4 colher(es) de sopa de suco de manga
3 colher(es) de sopa de suco de morango,açúcar a gosto e champagne.
Receita do barman Pedro Alves Cardoso, do Wall Street Bar (São Paulo)

 La Piscine

Ice Imperia



Na França, nos dias mais quentes, vinho com pedrinhas de gelo cai bem. Pode soar estranho para os brasilieiros, mas a tendência nasceu durante o verão europeu, ganhou adeptos e até um nome – La Piscine.

A novidade é que a Moët & Chandon também aderiu ao vinho com gelo e lançou o champanhe Ice Imperial.

Em uma roupagem branca e um toque dourado, a bebida fica perfeita combinada com pedrinhas de gelo.

O La Piscine, preparada a base de vinho rosé? Pois então, a Moët & Chandon lançou  a versão da bebida ideal para quem quer celebrar o verão sem perder o glamour diante das altíssimas temperaturas brasileira.
O lançamento aconteceu com festa para poucos e bons na casa de Cristiane Arcangeli há um tempinho atrás…

O Ice Imperial é um vinho mais encorpado que foi criado para ser servido com gelo. A bebida ganha um ar ainda mais tropical se incrementada com folha de hortelã, gengibre e casca de limão ou laranja.

Os endereços de onde encontrar a bebida antes consumida apenas em Saint Tropez e outros poucos lugares exclusivíssimos no mundo.Você confere abaixo:

Rio de Janeiro: Hotel Fasano, Búzios (RJ): Casas Brancas Boutique Hotel & Spa (Búzios), Angra dos Reis (RJ): Isla Privilege Angra, Florianópolis: P12 Parador International e Donna Beach Club, Governador Celso Ramos (SC): Ponta dos Ganchos Exclusive Resort, Ilhabela (SP): DNY Beach Hotel, São Sebastião (SP): Nau Royal Beach Club, Trancoso (BA): Estrela d’Água e Pereira, Fortaleza (CE): Guarderia Brasil, São Miguel dos Milagres (AL): Não custa reforçar. Sempre que a receita disser champanhe, poderemos e deveremos substituí-la por um espumante brasileiro de qualidade.

Um brinde! E …Saúde!






Dicas de leituras
O coquetel é o drinque ideal para celebrar uma ocasião especial. Ele precisa ser bonito visualmente e ter um sabor fantástico e, para isso, é necessário ter prática. De qualquer modo, tanto o iniciante como o bartender profissional, precisam ter as ferramentas adequadas à mão, inclusive um bom livro de referência atrás do balcão.


              

              


      Vintage Cocktails

                   

     

Artigo original: Coquetéis com VINHOS e ESPUMANTES de Maria Ripardo publicado [dia March 28, 2012 at 03:57AM] em .

Republicado por Eno Gastronomo

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