Mais um texto imperdível de André Logaldi: vinho & tipicidade – Sancerre de Jeriel em Blog do Jeriel

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Crédito da imagem – http://www.theworldwidewine.com

Na sétima parte sobre tipicidades escolhi a denominação Sancerre, do Vale do Rio Loire, na França. Pouco explorada por ser pouco conhecida dos amantes novatos do vinho, esta AOP pode trazer surpresas muito boas com um custo mais razoável no caso de seus tintos de Pinot Noir e muita tipicidade e grandeza em seus brancos de Sauvignon. Há raros rosés t ambém.

Terroir clássico, hospeda grandes nomes como Pascal Jolivet, Alphonse Mellot (disponíveis no Brasil), Vincent Pinard entre outros. Curiosidade histórica: diz-se que a igreja de St Martin foi recosntruída num período de seca, no século XI, a argamassa foi misturada com vinho!

È necessário ter uma referência de produtores, pois a mera aparição da apelação Sancerre no rótulo não é garantia qualidade, apenas de procedência. Para ambos, é recomendável que sejam consumidos até 5 anos após a safra.

A REGIÃO

Localizada na margem esquerda do Rio Loire, vinhos e vinhedos possuem história, algumas vezes citados por poetas, sendo todavia os brancos da uva Sauvignon as grandes estrelas da região, portanto espere vinhos especiais mas que podem s ter preços salgados, com exceção dos tintos.

Sauvignon Blanc e Pinot Noir são as úni cas uvas permitidas ali, sobre terrenos de forte teor calcário, com presença de fósseis marinhos (dos tempos em que o mar cobria quase toda a França, com exceção somente ao grande Maciço Central).

A região também se celebrizou por seus queijos de cabra que vem do norte da cidade de Sancerre (Chavignol), que vão ás maravilhas com os vinhos brancos locais.

O QUE ESCONDE UMA GARRAFA DE SANCERRE?

Visualmente tintos e brancos são claros e brilhantes, pouco carregados em cor.

Aromaticamente os brancos são paradigmáticos e tentam ser copiados mundo afora, com notas cítricas, às vezes deliciosos sopros mentolados, florais e marcadamente minerais. Tintos ricos em frutas vermelhas, em particular as cerejas, às vezes com toques animais e aromas de violetas.

Na boca o Sauvignon mostra cítricos, mel, minerais e flor-de-laranjeira, algumas vezes po de até soar “picante”, condimentado. Os tintos são leves, frutados e taninos delicados.

Resumindo, os brancos são ricos e perfumados, podendo proporcionar excelentes harmonizações com queijos de cabra, peixes de água doce naturalmente e também frutos do mar.

Os tintos leves e frutados, podem ser opções de boa relação preço-qualidade em restaurantes, pois se por um lado não tem a mesma glória da vizinha Borgonha, também não decepcionam e não embutem preço de “grife”. Experimente-os com aves como o pato ou na clássica combinação com peixes como por exemplo, o atum (culinária japonesa incluída). Santé!

Artigo original: Mais um texto imperdível de André Logaldi: vinho & tipicidade – Sancerre de Jeriel publicado [dia August 08, 2012 at 11:17AM] em .

Republicado por Eno Gastronomo

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