O Château Roubine Atravessa Séculos Mantendo a mesma Excelência Vinícola Que Ajudou a Colocar a Provence no Mapa – MÚNDI DO VINHO. de atendimento em ExpandBlog

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O cenário é espetacular: uma bela construção antiga cercada por pinheiros e carvalhos na qual incide uma luminosidade única, possível apenas nessa região da França. As cores do vinhedo completam o visual. Estamos em Provence, região que se estende dos Alpes até a costa do Mediterrâneo, conhecida pela excelente culinária, pelos campos de lavandas e alfazema, pelas cidades históricas e famosas, pelas praias exuberantes de St. Tropez, e Toulon e pelas excelentes vinhos rode. Não é à toa que os responsáveis pela vinícola Château Roubine se orgulham em dizer que a natureza é a grande inspiração para a produção de seus vinhos – corresponsáveis por tão boa fama mundial.

O Château Roubine, uma propriedade de 320 hectares (sendo 178 de vinhedos), faz parte da apelação Côte de Provence, a mais vasta de seu país, em cuja produção predominam os rosés, mas que recebe cada vez mais atenção também pelos tintos. “Felizmente a Provence, que é a quintessência da região mediterrânea, foi ‘invadida’ pelo tipo de indivíduo determinado a elevar a qualidade, que tem feito sua reputação em outros lugares”, escrevem os autores Hugh Johson e Jancis Robinson do Atlas Mundial do Vinho (editora Nova Fronteira). “Proporções cada vez maiores de rosé – o vinho local mais importante e que está cada vez mais na mídia – são feitas gentilmente, possuem um perfume intrigante e são secas o suficiente, a ponto de se tornarem o perfeito acompanhamento para o alho e o azeite de oliva, que caracterizam a culinária da região. Tintos verdadeiramente interessantes também estão sendo feitos por toda a Provence.”

 

 

 

ENCANTO Á PRIMEIRA VISTA

Localizada entre as cidades de Lorgues e Draguignan, no centro do distrito Bar, entre o Rio Verdon e o Mar Mediterrâneo, o Château Roubine começou a sua história em 1307. Detalhes de sua história – como o fato de a vinícola ter pertencido à Ordem dos Templários – estão impressos nos rótulos de suas garrafas: o brasão representa as localidades próximas à propriedade e que eram importantes na época. Nesse brasão em questão, o dragão simboliza a cidade de Draguignan, um leão alude à cidade de Lorgues e os raios de Sol sugerem a iluminação divina.

A atual proprietária, Valérie Rouselle Riboud, se encantou com esse conjunto de características naturais e culturais e adquiriu a propriedade em 1994, em sociedade com seu marido, o ex-campeão olímpico de esgrima Philippe Riboud – antes deles, o Château pertenceu a um milionário dinamarquês que o havia adquirido no fim da década de 1970. O casal trabalha para produzir vinhos que obtenham reputação mundial, combinando o uso da tecnologia e critérios rigorosos  empregados na agricultura.

Natural de St. Tropez, Valérie estudou na famosa Ecole Hoteliere de Lausanne e, posteriormente, na Frech Wine University, onde cursou viticultura e enologia. Ela conta com a colaboração do enólogo Olivier Nasles, de Jean Lous Francone nos cuidados com as vinhas, e de Pierre Gerin na adega. No vinhedo do Château, existem 13 variedades de uvas, entre elas as castas Carignan, Grenache, Cabernet Sauvignon, Shiraz, Semillion e também a Tibouren. Condições como a drenagem natural, a exposição ideal do Sol e as características do solo (com argilas e calcário) formam o terroir. A produção da adega é hoje de meio milhão de garrafas por ano.

 

 

OS VINHOS

Os vinhos produzidos no Château Roubine são divididos em linhas chamadas Classique, Prestige, Inspire, Vin de Pays e Old Vintages. A Expand traz ao Brasil a linha Classique, que combina técnicas modernas de vinificação à tradição local. O Château Roubine Cru Classé Le Rose 2010 é um corte de Cinsault, Grenache e Cabernet Sauvignon com pequenas porcentagens de Carignan, Tibouren, Shiraz e Mourvèdre. Uma curiosidade é que a colheitas é feita à noite, por causa das temperaturas mais baixas, já que a região tem clima mediterrâneo. O rosé obtido é um típico provençal que se harmoniza bem com aperitivos ou refeições mais leves, típicas do verão, ou ainda com pratos da culinária asiática. Já o tinto Château Roubine Cru Classé Le Rouge 2007 é o corte de Shiraz, Cabernet Sauvignon, Grenache e Carignan. Além da coloração rubi, possui aromas picantes, harmoniza-se bem com queijos e pode ser armazenado por até cinco anos.

 

Châteae Roubine Cru Classé Le Rouge 2008 750ml – Rubí profundo. Aromas de amoras, ameixa madura, pimenta preta e toques vegetais com presença de toques derivados do período em carvalho. Bem equilibrado, é elegante com notas delicadas de frutas vermelhas mescladas com os toques de carvalho, tostado e baunilha. Boa presença de fruta ao final, apresentando taninos sedosos.

 

País: França

Região: Provance

Produtor: Château Roubin

Harmonização: Harmoniza bem com carnes vermelhas grelhadas ou com molhos encorpados e queijos.

 

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Château Roubine Cru Classé Le Rosé 2010 750ml – Vermelha cereja bastante clara. As notas frutadas conferem elegância e charme. Ao primeiro ataque é bastante refrescante e intenso. Jovem, fresco e muito elegante, mostra excelente equilíbrio.

País: França

Região: Provance

Produtor: Château Roubin

Harmonização: Vinho perfeito para carpaccio de peixe, de salmão, peixes grelhados e toda a gama de pratos exóticos.

 

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Por: Melissa Crocetti.

Artigo original: O Château Roubine Atravessa Séculos Mantendo a mesma Excelência Vinícola Que Ajudou a Colocar a Provence no Mapa – MÚNDI DO VINHO. de atendimento publicado [dia September 17, 2012 at 03:16PM] em .

Republicado por Eno Gastronomo

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